Quando olhamos o atual momento do Inter e dessa gestão que se encaminha para um fim melancólico, nos faltam palavras para descrever o que nossos olhos custam a acreditar.

O fundo do poço é sempre um pouco mais fundo do que podemos imaginar, os vexames, as vergonhas e a falta de futebol parecem nunca acabar, é como se existisse um arsenal inesgotável de incompetência nos corredores do beira rio.

Seria esse o apocalipse com requintes de crueldade?

Sim torcedor colorado, sempre que ouvimos a apalavra imaginamos um mundo em destruição, seja na literatura, no cinema ou nas artes de forma em geral.

Porém o significado da palavra Apocalipse vem do grego que significa “Revelação”, o ato de desnudar o que está encoberto pelas as sombras por assim dizer de uma forma grosseira.

As profecias coloradas por assim dizer, infelizmente para os torcedores estão se concretizando. Desde o primeiro dia de gestão sempre se prometeu mudanças no futebol, mudou-se tudo, inclusive acabaram com o principal objetivo da instituição que é ser competitivo e ganhar títulos nas competições.

Um clube que mal consegue chegar a um final de campeonato gaúcho, que passas vergonhas atrás de vergonha na copa do brasil e apenas figura em libertadores e brasileiro.

Mudou-se grupo de jogadores, desfilaram técnicos pela casamata e os problemas persistem, o que há de comum em todos esses fatos?

A diretoria, torcedor colorado...

Discursos da boca para fora e ações que se contradizem, o famoso “o que se fala não se escreve”.  O Inter está diminuído a uma instituição figurativa, os torcedores começam a relembrar jogadores que não fizeram sucesso com certo saudosismo, tudo por incompetência nas novas contratações.

As revelações deste apocalipse colorado são amargas e dolorosas, porém necessárias, para não cairmos em discursos feitos apenas para se obter o poder e disfarçar a arrogância.

O Inter de 2024 terá que se reinventar e por mais que doa falar isso, redescobrir seu tamanho no futebol nacional, não o tamanho de sua história, pois está é gigantesca, mas sim o tamanho de seu futebol e grupo de jogadores.

O futuro do clube hoje é turvo, o nível da competitividade promete se elevar muito com clubes virando as chamadas SAFs, infelizmente o colorado está marcando passo e ficando para trás.

O clube do povo está dilapidando justamente seu patrimônio mais precioso, sua torcida. A falta de competividade, a falta de brio e vergonhas em série tem reflexo direto na arquibancada e por consequente fazendo que que se tenham dificuldades em ter novos torcedores.

Menos torcedores é igual a menos receitas e menos receitas significam dificuldades em se manter a instituição, a conta é simples, mas os resultados a médio e longo prazo são catastróficos, como podemos ver infelizmente torcedor, a incompetência dos nossos dirigentes pode estar matando lentamente o clube.

Pablo G. R. Danielli

 


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